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TEMPO
BEIRUTE
25°C
tempo
instável
sol
novembro:
16 dias
mediterrâneo:
23°C
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1 EUR = 1895 LL
1
USD = 1502 LL
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O
portal da União da Juventude Libanesa (associação
fundada em dezembro de 1986)
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| "O
Líbano é considerado um concentrado euromediterrâneo
por sua posição geográfica, diversidade religiosa e
cultural e seu caráter democrático. A guerra passada
no verão 2006 impôs a União Européia mostrar sua força
como potência regional. Também, o Líbano é a
primeira prova concreta que deve ultrapassar a Europa
para conformar sua visão de um espaço mediterrâneo em
paz, promotor de desenvolvimento e de democracia
conforme os compromissos adotados em 1995 na ocasião
da conferência de Barcelona. O Líbano não é somente
um destino, sombrio até hoje, senão também uma
destinação: tornar-se em farol da democracia
para o Oriente Médio no século XXI, questionado sua
história, incluindo a mais recente”. Béatrice
Patrie “Quem quer destruir o Líbano?” (2007)
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>>
FLASH >> BACHAR
EL-ASSAD DECIDE DIALOGAR COM O
LÍBANO
- Sexta-feira, 18 de julho de
2008
Líbano:
o triunfo e a humilhação |
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A
imagem não passou despercebida. Quarta-feira, 16 de
julho de 2008 no Aeroporto Internacional Rafic Hariri de
Beirute, o presidente libanês cristão Michel Sleiman, o
primeiro ministro sunita Fouad Siniora e o presidente
xiita do parlamento Nabih Berri receberam com grande
honras os prisioneiros do Hezbollah libertados por
Israel em troca dos restos mortais de dois soldados
israelenses seqüestrados na véspera da guerra do Líbano
em julho de 2006. Uma forma de selar uma união nacional
recente e colocar ponto final no conflito que causou
1.300 mortos do lado libanês e 139 do lado israelense.
Este evento transcendeu as diferenças políticas que
levaram o País dos Cedros no mês de maio passado a beira
da guerra civil. Surge num momento em que o Líbano
conhece um período de estabilidade quase inesperada.
Ironia do calendário: na véspera, o novo governo teve a
sua primeira sessão. Para o Partido de Deus nascido da
invasão israelense de 1982, a vitória é dupla. Apesar
das pressões americanas, o partido de Hassan Nasrallah
conquistou a minoria do bloqueio a qual inspirava para
agrupar o governo. A mais, obtendo do seu inimigo
jurado, Israel, a liberação de cinco prisioneiros,
acrescentou mais ainda sua legitimidade de movimento de
resistência. Ai esta a armadinha. Reforçado por seu
"triunfo" o Hezbolah pode decidir sua plena integração
na vida política libanesa. Mas também pode continuar
servindo de catalisador para seus mentores iranianos e
sírios. Distante de integrar se no exercito libanês, o
Partido de Deus ao contrario procedeu a um
re-armamento considerável desde a guerra de 2006. Para
ser viável a termo, o Estado libanês devera, portanto
reconquistar o controle das zonas que tinha abandonado
ao Hezbollah até esta data. Em Paris, o presidente
francês Nicolas Sarkozy recebeu uma quarentena chefes de
Estados e de governo que vieram participar da cúpula de
lançamento da União pelo Mediterrâneo (UPM), domingo 13
de julho de 2008. Este evento serviu de trampolim ao
dialogo entre o Líbano e a Síria. Neste acontecimento, o
presidente sírio Bachar el-Assad se comprometeu na
presença do presidente Michel Sleiman em estabelecer
relações diplomáticas normais abrirão embaixadas entre
os dois paises. No Líbano, onde os grandes festivais de
verão iniciaram em Byblos, Beiteddine e Baalbeck,
milhares de libaneses no estrangeiro e amigos árabes,
europeus e outros continuam chegando em clima favorável
para a retomada do turismo.
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COMUNICADOS
Um
momento de pura magia com
Catherine Deneuve no Líbano
21
de maio de 2007 - N°69
Foi
uma das noites mágicas
que faz renascer
novamente o Líbano
de suas cinzas
atuais. Que faz
reviver seu
esplendor
passado, colocado
entre parênteses
por muitos detratores.
Que faz pensar e
acreditar que tudo
é possível. E
especialmente a
felicidade. No cenário
imortal do
hotel InterContinental
Phoenicia,
ao redor de sua
piscina real, mais
de 400 pessoas
relembraram o
esplendor dos anos
pré-guerra. E… a
bela Catherine
Deneuve,
no Líbano já a
alguns dias, para
participar na filmagem
do filme protogonizado
por Joana Hadjithomas
e Khalil
Joreige
na qual uma cena
foi filmada
no transcurso da
noite em beneficio
da Associação Skoun.
No momento de
partir, uma
cinderela noturna
exclamou: "Este
é o
Líbano!".
Pleno de
generosidade, de
sonho, de grande
sabedoria e de viviabilidade.
E a nostalgia de uma
felicidade legítima.
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| BIBLIOGRAFIA Quem
quer destruir o Líbano?
16 de maio de 2007 - N°16
por
BÉATRICE
PATRIE
e EMMANUEL
ESPAÑOL
Cem
dias após a guerra do
verão 2006, o
assassinato do jovem
ministro Pierre
Gemayel
inundou o Líbano
novamente em um
espiral sem fim de
terror. Impotência,
mas não resignação,
palavra estranha no
vocabulário libanês.
Caiu sete
vezes,
levantou-se
oito. Todo
mundo sabe do que os
libaneses são capazes.
Mas, além da
conhecida coragem em
reconstruir infatigavelmente
suas casas destruídas,
suas vidas
desmoronadas, como lhe
infiltrar a coragem
necessária para
libertar-se das
calamidades de uma
história política
feita, com seus
senhores feudais e
senhores de guerra?.
Os filhos de Israel
poderão dormir sobre
suas duas orelhas,
dizia em suma Ben
Gurion,
quando a tribo de
Israel
não será mais
rodeada que de todas
as tribos do Oriente Médio...
Esta é a
visão
contra a qual o
Líbano deve construir
hoje em dia.
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